quinta-feira, 29 de abril de 2010
O Esquadrão da Vida vive, Brasília vive!
domingo, 25 de abril de 2010
Viva Brasília! A Vida Continua!
Bjs muita Arte, muito Som,
Renio Quintas
--
Maestro
sábado, 24 de abril de 2010
Artistas por trás do Palco
A festa do povo de Brasília para a capital cinquentona somente foi possível através do empenho de profissionais de várias áreas. Muitos anônimos e sem ser conhecidos aqui, foram os viabilizadores do evento. Contra-regras, seguranças, ambulantes, organizadores, produtores, lixeiros, assistentes, coordenadores, enfim todos trabalhadores proporcionaram a Brasília uma Homenagem puramente do povo.
No dia a dia do Brasília Outros 50 anos, na correria das apresentações, no nervosismo dos artistas antes de cada espetáculo, muitas vezes não foram percebidos, outras vezes até ignorados. Mas, com humildade, souberam fazer parte da conquista de cada artista presente nos quatro dias de evento.
Um ensaio se transforma em espetáculo não apenas pelas mãos dos artistas principais. Um espetáculo torna-se grande quando existem pessoas competentes trabalhando para ele, mesmo sem receberem os devidos reconhecimentos.
Se hoje o evento ocorreu como planejado, parte do sucesso foi graças aos artistas por trás dos palcos.
Foram quatro dias de muitos espetáculos e trabalho noite e dia. Alguns desses anônimos viram noites no trabalho, tudo para proporcionar a devida festa a Capital.
O sucesso do evento fez essas pessoas terem o sentimento de dever cumprido e se orgulharem dos feitos. Segundo auxiliar de serviços Jane Aparecida da Silva Sousa, a felicidade que ela sente apaga qualquer cansaço do corpo. “Além do mais entrei para a história trabalhando no Brasília Outros 50 anos”, comemora a auxiliar.

Outro artista que esteve na parte da produção e viabilisou os trabalhos, foi o coordenador do Espaço Cultura Digital Elimar Carangueiro. Ele que é mais conhecido como Carangueijo afirma sentir orgulho pelo seu trabalho e diz "acho riquissimo no atual contexto histórico, pois a diversidade é grande e o encontro de várias tribos facilita trocas de conhecimento".
Organizada pelo Fórum de Cultura do DF e patrocinado pela Fundação Nacional de Artes, Ministério da Cultura, Ministério do Turismo e pelo Governo Federal. Ocorreu entre os dias 20 e 23 de abril e segundo os organizadores cerca de 150 mil pessoas passaram nesses quatro dias de evento.
Último dia de festa

As crianças se deliciaram com “As aventuras de Dom Xicote Mula Manca” e com o teatro de Mamulengo Sem Fronteiras.
O Brasília Outros 50 anos também serviu como local de encontro da ERECOM (Encontro Regional dos Estudantes de Comunicação Social). Por volta das 10h da manhã os alunos chegaram ao espaço reservado a Cultura Digital, abriram discussões sobre a comunicação do evento e planejaram estratégias para passeata promovida por eles.

A parte da tarde a dança se fez presente no palco reservado. Dança contemporânea e oficinas forma ministradas pelo coordenador Giovane Aguiar. Como ele já havia informado a programação de dança iria se estender mais uma hora nesse último dia. A pretensão do coordenador era fazer uma oficina de dança improvisada e conseguiu um bom número de dançarinos. Para surpresa de Giovane a expectativa foi superada e a oficina foi proveitosa a todos participantes.
Evento da Paz
Segundo os responsáveis pela segurança do evento as ocorrências ficaram muito abaixo do esperado, principalmente pela proporção do evento. O segurança do evento Luis Alberto Pereira afirma ter tido apenas ocorrências de perda de objetos e um única briga que não foi necessário a intervenção da polícia. “Já trabalhei em diversos eventos e até agora não encontrei nenhum igual a esse. Não tivemos nenhuma ocorrência grave. Me espantou ter tantas pessoas de tribos diferentes e o evento mostrou que elas podem sim conviver em harmonia nos mesmos locais”, indaga o segurança.
Já para a campana de Brigadistas CR comemora o sucesso do evento principalmente por não precisarem atender muitas pessoas. “Na verdade tivemos três ocorrências, destas, duas foram por embriaguez e uma, a mais grave, foi um artista de circo que acabou caindo com a cabeça no chão”, relata o brigadista Sousa, que também informou que o artista já está bem e que não sofreu nada grave, foi mais um susto. O companheiro de Sousa, o brigadista Gustavo, fez questão de enfatizar o único curativo feito nesses dias. Em tom descontraído Gustavo relata seu socorro. “Veio a mim uma menina pedindo para eu fazer um curativo no pé dela, ou melhor dizendo, no dedo do pé que foi contado pelo calçado que ela mesma usava”.
O brigadista Neris ressaltou e parabenizou o público presente na festa. Segundo ele as facilidades de segurança do evento proporcionavam facilidades de ocorrências graves. “Como foi um evento aberto ao público não tivemos como regular o que entrava e saia do espaço. Graças a Deus ninguém entrou armado ou utilizou garrafas de vidros como arma. Esse fato mostrou como o público veio para se divertir, comemorar o aniversário de Brasília e homenagear a cultura da cidade”, define o brigadista.
No final das comemorações o balanço geral não poderia ser melhor, poucas ocorrências e a paz reinou durante a comemoração cultural da cidade.
Gregory Cotrim – Assessoria de Comunicação Brasília Outros 50 anos
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Acorde final chegou no terceiro dia do Brasília Outros 50 anos
Eles que conseguiram juntar o público com ritmo tipicamente brasilienses, homenagearam a aniversariante com a música “Linda Brasília”. Ela que é de autoria da própria banda, mostrou o amor e o orgulho que esses jovens músicos têm pela cidade de origem. Esse amor ficou evidente na introdução da canção, no qual o vocalista da banda, Bezerra, pegou a bandeira do Distrito Federal e colocou sobre os ombros. O fato chamou atenção do público, pois essa foi a única banda a mostrar a bandeira do DF. Segundo o baterista Maranhão, “é sempre bom está no palco, melhor ainda fazendo uma homenagem a Brasília em um evento dos artistas da cidade.”
Por volta das 19h30 a cantora Tuka Villa Lobos e banda começaram a arrumar o Palco Cássia Eller para apresentação. Com anos na rota da música, a líder do grupo Tuka Villa Lobos se sente completamente confortável nesse ambiente cultural. “me sinto lisonjeada por participar desse evento, mesmo não tendo origens aqui, a cidade me acolheu de maneira cativante e hoje sou apaixonada por essa cidade linda e maravilhosa”, declara a vocalista. O show foi realmente marcante com canções dos CDs Loba e Soma a banda fez o público dançar e se deliciar com os hits. Entre as músicas tocadas estão “Pedras Rolantes”, “Liberdade” e “Soma”. Essa última que também dá o nome do DVD é o projeto que tem como característica agregar todos os tipos de pessoas, tribos, gêneros e opções. Quando o show chegava ao fim era possível perceber que a tenda estava pequena para o número de pessoas ali presentes.
Por volta das 21h no Palco da Cultura Popular o forró se fez presente. Com os grupos Forró Cajazeiras, Asa Branca, Raminho do Bailão e outros, o público dançou e cantou. Mesmo aquelas pessoas mais reservadas no decorrer das apresentações arriscaram alguns passos e o corpo seguia o ritmo da sanfona, triângulo e zabumba.
Este foi o terceiro e último dia de música no Brasília Outros 50 anos, sem dúvida, sentimento que ficou foi de orgulho. Os artistas mostraram talento e o público respondeu com shows de participação e delírio. Assim, o público espera que os outros 50 anos sejam melhores do que esse que se passou.
Gregory Cotrim – Assessoria de Comunicação Brasília Outros 50 anos
O Hip Hop se despede do Brasília Outros 50 anos
Gog é conhecido por estar há mais de 25 anos na luta para divulgar o movimento Hip Hop e por tentar conscientizar, principalmente os mais humildes, sobre o uso de drogas, no âmbito político e social. Tudo isso, faz parte do seu repertório, onde usa uma linguagem própria a qual seu público compreende e respeita.
Flaviane Veloso – Assessoria de Comunicação Brasília Outros 50 anos
A tarde do Segundo dia
No palco do samba a temperatura subiu, e muito por causa da batucada do Grupo Amigueto. O vocalista da banda Cláudio Lopes conta que é muito bom tocar em uma festa lotada e que sente-se honrado em participar da festa de aniversário da cidade. Ele diz ainda “sou filho de Brasília e me orgulho do meu pai que foi um pioneiro do ritmo na Capital”.
Enquanto isso, o Palco Diversidade apresentava-se um dos grupos que fez todos os presentes se movimentarem, o Liga Tripa. Os fãs tinham as letras na ponta da língua, e quando era tocado algo não muito conhecido, logo se ouvia os espectadores pedir “toca as antigas”. E como a banda adora ver o público participar, logo tratou de atender ao pedido. Foi um festival de palmas, bate pé e cantoria, uma euforia só.
A poesia tomou conta da FUNARTE no decorrer do dia. Foram feitas diversas intervenções poéticas com vários artistas da cidade. Elas foram apresentadas nos Palcos Samba, Atitude e Diversidade. Havia também uma banca de poetas onde os vizitantes podiam escrever versos e expor nas paredes da FUNARTE. Outra atração era os folheteiros de cordéis, que expunham em bancas.
Os organizadores do Brasília Outros 50 anos estimam que, no segundo dia, até as 18h, mais de 50 mil pessoas estiveram presentes. Isso porque a noite só está por começar. A programação do primeiro dia vai até as 7h da quarta feira.
Flaviane Veloso e Gregory Cotrim
Dança marca presença no Brasília outros 50 anos
Uma delas é a dança que é coordenada pelo dançarino e coreografo Giovane Aguiar. O cardápio de atrações começou nessa terça às 19h e termina na sexta por volta da 23h. Segundo o coordenador a iniciativa é fundamental. “Durante anos os artistas locais ficaram longe das programações comemorativas ao aniversário de Brasília”.
Giovane afirma que o alto nível técnico dos artistas da dança mostra os talentos que podem ser encontrados na capital. Para isso, deve haver políticas culturais que viabilizam essas iniciativas. “Quem sabe assim poderemos ter outros 51, ou 52 anos de Brasília. Pois quem ganha é a cidade, assim teremos mais dançarinos conhecidos nacionalmente e internacionalmente” conclui o dançarino com boas expectativas para os próximos anos.
A programação da dança continua nesse terceiro dia de festa. Os próximos grupos a se apresentarem são: Simplesmente Contato Improvisação; Essencialmente Humano; Frevo, coco e ciranda; brake dance; Bgirls Made Brazil; Royal; Cidade em plano; Dança das Horas e Stabat Mater.
Além disso, Giovane anuncia que a programação terá mais um espetáculo. Será uma oficina de dança improvisada.
Gregory Cotrim
Manhã de diversão no Aniversário da Capital.
Manhã de sol, com céu azul, clima que os brasilienses já estão acostumados, foi dessa maneira que o dia começou para a mais nova cinquentinha. É assim, a forma mais agradável de parabenizar a Capital. O presente foi dado pela cultura popular com os artistas da região.
A palhaçada rola solta para animar os espectadores que vieram ao Complexo Cultural FUNARTE. Famílias inteiras tiveram seus rostos tomados pelas gargalhadas, especialmente as crianças. Os adultos somente soltaram os risos quando os palhaços os convidaram a revelar o lado inocente de cada um.
Daí para frente todos se encantaram pelas brincadeiras e músicas populares. De acordo com Ruiberdan que tirou a maquiagem para mostrar o rosto de cidadão, “o evento é fantasticamente perfeito, porque é um movimento artístico de Brasília que supera a política”. Ele faz parte do Circo Teatro Artetude.
Ao andar pela FUNARTE era possível escutar declamações de poemas de vários escritores. Entre versos e estrofes era possível ouvir batucadas culturais. O instrumento presente na maioria dos grupos é o triangulo e zabumba. E tudo isso misturava o forró verdadeiramente nordestino do grupo “A Peleja do Vaqueiro Benedito”. Nos raros momentos de silêncio, era possível ouvir batidas eletrônicas. Essas que por nenhum momento deixou a pista esfriar.
O dia está apenas no começo, além dessas atrações, o evento segue com a programação diversificada para públicos de todas as idades e gostos.
Flaviane Veloso e Gregory Cotrim
1° Dia do Braília Outros 50 anos
A festa acontece durante 50 horas interruptas de arte, cultura e música. O Complexo está divido em dezesseis palcos.
No palco Cássia Eller a abertura da noite foi o Trio Cai Dentro seguido por Tiago Tunes e Convidados. A partir daí tivemos Fernando César e Regional e o Grupo Sai da Frente. A apresentação seguiu em frente, passando ainda por cinco artista até o encerramento da noite com Oswaldo Amorim Quintento.
Já no palco Diversidades a abertura ficou na responsabilidade de Marakamundi. A banda Georgia W. Alô conseguiu conquistar o público com batidas de Jazz e com os timbres de voz da cantora. Mas o melhor da noite nesse palco estava por vir. A cantora Ellen Oléria fez o publico delirar ao chamar para o show a cantora Sandra Sá. Cantaram juntas hits conhecidos. Se dúvida o show marcou a noite, pois os presentes cantavam e dançavam no ritmo das cantoras. A programação do dia terminou com a Orquestra Filarmônica já no amanhecer de quarta-feira.
A tenda eletrônica teve como destaque o Dj Gérson de Veras. Com seu jeito eclético e irreverente sempre levanta a pista. Enquanto isso, no espaço reservado aos sambistas de Brasília, o Grupo Luz do Samba não economizou sucessos e fez do palco uma verdadeira roda de samba. Passando assim a bola para os grupos Real Samba, Kaoka, Som Popular e terminou com o Da Cor do Samba.
No palco Atitude o som começou a rolar com Misty Mountain. Mas o destaque ficou com a banda Brazilian Blues Band que teve como convidado o guitarrista Nuno Mindélis. A platéia respondia calorosamente aos som dos solos de Mindélis que é conhecido internacionalmente.
Muitos se diziam emocionados com o cinema voador de Da Mata que homenageou o cineasta Wladimir Carvalho. De quebra, o público assistiu ao premiado longa Conterrâneos velhos de guerra do cineasta homenageado.
O espetáculo “O Cano”, premiado no exterior, do grupo Udi Grudi marcou o primeiro dia de apresentações teatrais.
Os organizadores do Brasília Outros 50 anos estimam que, no primeiro dia, até as 3h, mais de 35 mil pessoas estiveram presentes. A programação do primeiro dia vai até as 7h da quarta feira.
Flaviane Veloso e Gregory Cotrim
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Célia Porto faz tributo a Renato Russo
Abração!
terça-feira, 20 de abril de 2010
GOG
Foto: Divulgação
Está há 25 anos no HipHop e é considerado um dos grandes pilares da Cultura HipHop Nacional. Um dos rappers mais completos do Brasil, revoluciona os ouvidos da periferia através da consciência da litura e da informação, fundamentos presentes em sua música de caráter revolucionário, anti-sistêmico e de protesto.
Dança no Brasília Outros 50 anos

Solistas: Ana Luiza Grossi e Herlon Franklin
Este espetáculo foi apresentado na Gala de Encerramento do XIX Seminário Internacional de Dança de Brasília, levando o público ao delírio, no ano passado.
Depois, será a vez do Ballet Jovem subir ao palco, sob a direção de Gisèle Santoro (filha) apresenta-se com "Stabat Mater", música de Pergolesi, coreografia de Gisèle Santoro (filha).
Gisèle Santoro diz que a festa é a única maneira dos artistas da cidade se apresentarem no aniversário da capital "os artistas são o que representam Brasília e dão vida à cidade. Se não fossem artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão, Claudio Santoro que deram o perfil, essa cidade seria bucrocrática como outra qualquer", afirma.
Electro Domesticks

DJ Celsão
Ele trouxe na bagagem muito balanço, e começou com um programa chamado Mix Mania, onde divulgou ainda mais o hip hop a parte musical do movimento no DF.
DJ Chokolaty
EM 1988 DJ CHOKOLATY ( CKY ) JÁ MINISTRAVA AULAS PARTICULARES DE DJS NO QUAL AINDA HOJE ENSINA A ARTE DA DISCOTECAGEM. Ainda nos anos 80 consagrou-se como produtor musical tendo alcançado o primeiro lugar em concursos onde também participavam Dj Raffa ,Leandronik e demais produtores , (a produção vencedora foi a música “Se olhe no espelho”, MC X), HOJE CONHECIDO APENAS PELO NOME DE X ,EX CAMBIO NEGRO, BANDA QUE FOI CRIADA POR DJ CHOKOLATY NA QUAL ERA LIDER ,PRODUTOR E DJ .
EM 1995 NO PRIMEIRO CAMPEONATO DE DJS DO CENTRO-OESTE DJ CHOKOLATY FOI O CAMPEÃO, DESDE ENTÃO FORAM VARIAS APRESENTAÇÕES PELO BRASIL , VINIL E CDS LANÇADOS,PROJETOS,RADIOS,TV, 90% DIRECIONADOS P/ BLACK MUSIC.
PRODUZIL SEU PRÓPRIO VINIL DE BATIDAS E EFEITOS EM 2002, PARTICIPOU DA PRODUÇÃO DO ALBÚM “DE ROCHA” DO DJ JAMAIKA, DO ÁLBUM “PA DOIDO PIRÁ” PELA GRAVADORA WARNER MUSIC.É O ÚNICO DJ DO CENTRO-OESTE QUE FAZ MALABARISMO (PERFORMANCE) NOS TOCA-DISCOS COM ESTÍLO DIFERENTE.
E AINDA TEM SEU PRÓPRIO PROJETO SOCIAL “ARTES NAS ESCOLAS” ( INTERVALO CULTURAL ) PROJETO QUE FOI EXEMPLO PARA O BMFE( BRASÍLIA MUSIC FESTIVAL ELETRONIC-2004 E 2005 )NO QUAL TEVE A PARTICIPAÇÃO DO DJ MARK EM 2004 E DO DJ PATIFE AGOSTO EM 2005. ELES SÃO OS MELHORES EM SEUS ESTILOS NO BRASIL
DJ Japa Girl
A DJ Japa Girl DJ é conhecida como a Top das Tops DJs de Brasília.
Em meados de julho de 1994, a DJ Japa Girl (DJ Alessandra) ensaiava suas primeiras performances, época em que acabava de concluir o curso de DJ da DM Records – Brasília/DF com o DJ Chokolaty, passando por um estágio de 03 meses na Boate Koruns do Gama/DF, depois contratada como DJ residente da matinê por um período de um ano na própria Boate Koruns. Em seguida passou também a tocar sextas e sábados consolidando de uma vez por todas o trabalho feminino de DJ.
http://www.japagirldj.com.br/
DJ Dog Daia
Sua primeira atuação como DJ se deu em 1995, quando idealizou a festa DA BOMB, evento hoje considerado a maior festa HIP HOP do Centro-Oeste. Atualmente os seus sets são conhecidos por trazer sempre para as pistas o que há de melhor na black music da atualidade, sempre com bastante improviso, relembrando também os clássicos internacionais e nacionais. É marca inconfundível dos eventos produzidos por este DJ a responsabilidade de mostrar o HIP HOP como cultura, expondo sempre que possível as principais manifestações deste movimento, como a dança, a música, o grafiti (arte visual), e habilidade do DJ.
Desta maneira, além de já ter atuado em diversas casas noturnas do DF e GO, representou o estilo HIP HOP trabalhando na produção artística e também como DJ em eventos tradicionais da música eletrônica e alternativa do DF, como: LOVEPARADE, TECH-TRONIC, PORÃO DO ROCK e Etc... Sua experiência como b-boy, e sua constante pesquisa sobre o estilo musical predominante nesta arte na atualidade, o coloca também entre os Top-DJs do Brasil para atuar em campeonatos break, conhecidos também como “Batalhas de B-boys”.
http://www.myspace.com/djdogdaia
DJ Nino Mix
Desde 1988 atua como DJ, suas primeiras festas foram onde morava no Cruzeiro-DF e hoje é dos mais atuantes no estilo flash back da Black Music por ter vivido a época dos sons dos anos 70 e 80. Nino Mix é uma referência em pesquisa de música do gênero para os amantes da Black Music.